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:: Segunda-feira, Maio 31, 2004 ::
PARECIDOS
estava eu passando pela página do Rapadura, quando vejo o Eudes (dono do site) falando sobre um site que faz analogia com a sua foto, vê quem voce parece e mostra os três mais prováveis... o site é: ANALOGIA, é muito legal, abaixo segue alguns exemplo engraçados:
Eu parecido com Jack Chan, Tim Robbins e Willen Dafoe - hehehehehe
Essa agora, eu parecido com Adan Goldberg, Pavel Bure e denovo Tim Robbins - iaiahiha será que pareço com ele mesmo??
agora..... Isabeli de acordo com o site ela se parece com Audrey Hepburn, Athena Chu ?? e Helena Chistensen.
eu não podia deixar de fazer uma dessas com o Paulo.. olhem ae ... .... Ronaldo !!!, Cristopher Reeve ?!?! e Eddie Murfhy iahihaihaihahiahiahihai
é isso ae , entrem no site e se divirtam
:: FÁBIO SPINOLA 5:31 PM [+] ::
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VIAGENS
esse fim de semana eu fui para sampa.....
fui no:
- Encontro INternacional de RPG
- Exposição das Obras de Picasso
- 7ª Bienal de Design Gráficoentre outros....
amanhã eu comento tudo isso direitinho e posto as fotos tb....
:: FÁBIO SPINOLA 11:43 AM [+] ::
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:: Quarta-feira, Maio 26, 2004 ::
BOATOS QUASE CONFIRMADOS DO NOVO FILME DO SUPERMAN
Um informante do site americano Dark Horizons disse a imprensa que já está quase certo a escolha do elenco para o novo filme do SUPER, os atores são:
Para Lois Lane: Selma Blair ou Rose Byrne (eu prefiro claro Rose Byrne, ela pode ser vista no filme Troia, como Briseida)
Rose Byrne
Selma Blair
... agora Jimmy Olsen pode ser vivido por Adam Brody ...
agora vem a melhor parte, ou a pior ... a escolha para o Superman...o mais cotado é Henry Cavill, pô se for para por um cara com cara de muleque ou um cara mais novo que coloquem o Tom Welling, senão o melhor mesmo é um cara um pouquinho mais velho ou pelo menos com cara de mais adulto, como o novo Batman com o Christian Bale.
segue a foto do camarada
:: FÁBIO SPINOLA 10:05 AM [+] ::
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:: Quinta-feira, Maio 20, 2004 ::
FILME X LIVRO E ETC
...como dizia um grande filósofo de boteco:
Cometer o erro de comparar mídias diferentes pode nos levar ao erro de nos privarmos, por preconceito, de uma boa oportunidade de divertimento.
essa foi pra esse povo que só reclama dos filmes só pq o "cabelo do personagem principal" estava diferente....
:: FÁBIO SPINOLA 7:15 AM [+] ::
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:: Terça-feira, Maio 18, 2004 ::
NOVO CORTE DE CABELO
...eu não queria falar nada não, mas eu sou muito gato...,........................ e além de tudo modesto

:: FÁBIO SPINOLA 12:30 PM [+] ::
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CAVERNA DO DRAGÃO
..retirado da Agência Carta Maior...
Se há uma questão que escorre do desenho Caverna do Dragão (Dungeons and Dragons, EUA), esta diz respeito ao terreno das imagens. O desenho adubou o imaginário fantástico de uma geração inteira durante as década de 80 e de 90. Não lembro de outra manifestação audiovisual que tenha catalisado tanto saudosismo e carinho ao longo dos anos, sentimentos expressados em construção de sites e em abaixo-assinados. A Globo voltou a elencar o programa em sua grade infantil, ou infanto-juvenil, há pouco tempo. Sabe-se que gente muito nostálgica inflamou de cartas e e-mails as caixas da emissora.
De qualquer forma, Caverna do Dragão serve de reator para a discussão de uma questão audiovisual maior. Estamos na zona das imagens e de sua potencialidade. Tal questão está acima do cult ao retrô, valor que, talvez por alguma aridez criativa, desencadeada por processos culturais e políticos dos últimos 30 anos e por infância roubada muito cedo pelos mecanismo do mundo reconfigurado, humana e mercadologicamente, seja tão presente no repertório desse pessoal pós-adolescente loucamente apaixonado por Caverna do Dragão. A questão é: por que algumas imagens da infância não morrem?
Caverna, na época produzido pela Marvel, vem de uma boa safra de desenhos norte-americanos de aventura, a do início da década de 80. Uma linha ainda caracterizada por estrutura de composição de imagens mais próxima do artesanal do que do vivo e sofisticado plástico de acabamento digital. Interessante ver o desenho hoje e constatar que, em engenharia de traços e coloração, ele comunica-se - quase desbotado - organicamente velho.
A história é basicamente esta: seis jovens (Hank, Diana, Sheila, Presto, Eric e Bobby), 8 a 14 anos, visitam trem fantasma no parque de diversões local e, antes dos trilhos terminarem, caem em um mundo de criaturas e terras fantásticas. Vivem lá monstros, povos estranhos, étnica e geograficamente, magos, gigantes e dragões. Os jovens vão passar episódios e episódios tentando buscar uma maneira de retornar para casa. Até aí, nada novo: no aparelho de mixagem, uma reimaginação geral animada para certos traços da literatura européia de fantasia. Mas, olhe bem, estamos falando sobre crianças que se perdem, em mundo tão exuberante quanto bizarro, e não conseguem regressar para casa. Equiparando-se à possibilidade de perda materna, este talvez seja o medo original e mais violento incubado na mente de qualquer criança, em qualquer época.
Para o tempo em que foi lançada, 15 ou 20 anos atrás, e, acho eu, para qualquer tempo, Caverna era um desenho distintamente sinistro. Nutrido por uma moral dura, muitas vezes taciturna e não exatamente infantil, apesar de tão americanamente pregar, em suas conclusões, princípios éticos e humanos. Perceba, por exemplo, a overdose de iconografia do cine de terror que marca as tintas da série. O principal vilão, Vingador, é decorado etnicamente como um vampiro, provável primo de Drácula. Em um determinado episódio, revela-se nazista também! Seus acessórios, incluindo capa, chifre e cavalo negro e alado, costuram uma rede de signos diabólicos provavelmente desconfortáveis para olhos infantes. Em alguns episódios, encontramos citações a George Romero, na utilização de zumbis malemolentes perturbadores: criaturas azuladas que andam estampando aquele desespero assustador por estar vivo que o zumbi cinematográfico clássico tem.
Outros personagens, entre a caprichosa magia e a agressiva deformação física, devem ter sido fabricados especialmente para chocar e doutrinar imaginários. O efeito criaturas de outro mundo é consistente e não soa, no tecido visual da série, exatamente artificial. Poucos desenhos norte-americanos, os mais populares no Brasil há 15 anos, trataram de forma tão adulta o público infantil. E é aqui que reside o grande mérito de Caverna, a razão pela qual as imagens do desenho imortalizaram-se. A Caverna do Dragão resiste há tanto tempo porque convida ao sonho, mas ao pesadelo também.
O cinema de Tim Burton, um designer que discute assepsia, artificialismo e sociedade de consumo norte-americana, visualiza, em suas entrelinhas, o potencial das imagens para cevar olhos virgens com o medo, através de fusões entre o encanto, a melancolia, o poético e o onírico. Caverna do Dragão talvez seja um exemplo, em escala e em universo obviamente diferentes dos do cinema de Burton, desse comentário. Trata-se de implantar um imaginário completo - inclusive com dispositivos da angústia -, ou, antes, como foi dito acima, convocar ao sonho e ao pesadelo, na mesma rota, no mesmo panorama.
Fertilizar o medo, e a deleitosa indisposição diante do assustador e de pequenas aberrações. Caverna tem em seu eixo a concessão do direito a imagens de impacto de terror para inatamente esfomeados e carentes olhares novos. Fator que contribui é a identidade do desenho em seu timbre visual, que privilegia conteúdo gráfico e contornos de clareza e nitidez destacadas. Caverna do Dragão é um desenho de aventura bem claro, de decodificação simples. Sua textura temática é inúmeras vezes dark, mas os raios batem fartamente. O poder de A Caverna do Dragão deve ser aquilatado como algo similar a um pequeno trauma cativante, dentro de um mundo que aterroriza e seduz emoldurado pelo sublime. A música também desempenhava importante papel de contextualização no desenho. Parece hoje conservar gosto de saudável audiomofo orquestral. Não combinava com juventude, e esse era o charme.
Notável é o estado de tensão, acima da censura etária que poderia ser imposta a um desenho como este, que eletriza a série e parece enredar as relações entre meninos e sua terra nova e desconhecida. Cada episódio é movido pela expectativa de que algo ruim deverá acontecer, e o efeito psicológico disto, não há dúvidas, respeita a capacidade de crianças para o aflitivo. Essa tensão é particularmente amplificada e transmitida para fora da TV quando se percebe o embrutecimento desses meninos ante um mundo que os aprisiona, os mastiga e não os expele. Alguns poderão lembrar de um episódio no qual os jovens estão refrescando-se em uma espécie de pequeno paraíso, com lago e flores, quando uma planta começa a mexer-se. Existe alguma criatura lá, e é apenas um adolescente fugido de seu reino, inofensivo. Antes de terem certeza disso, os heróis armam-se prontamente em ruidosa e hostil posição de ataque.
Existem dois departamentos conceituais para que se entenda Caverna do Dragão em todas as suas faces: as armas e as aparências. Estamos em mundo para o qual crianças norte-americanas são impiedosamente arremessadas e precisam lutar para se defender. Ao ingressar neste mundo, a primeira assistência que recebem é a de um homenzinho chamado Mestre dos Magos, que, a partir disso, os guiará em cada passo. No primeiro contato, os jovens ganham dele um kit completo de armas mágicas e vestimentas ¿medievais¿. Algumas armas, como o arco com flechas luminosas, fazem aquele thum-thum, barulho oco e grave dos sabres de Guerra nas Estrelas. Outras, como um tacape bárbaro, degeneram e fazem tremer violentamente tudo o que está na frente. São armas de ¿livros¿, constituídas na verdade por resíduos do material etéreo que dava massa a sonhos bélicos de adolescentes ocidentais da época.
Estar em um mundo perdido, cheio de armas legais, era este também um dos pontos de curtição do desenho. Curioso é perceber hoje que, naquela época, havia uma linha, pedindo para ser borrada, entre a manipulação truculenta e o código de honra e estética na utilização daquele equipamento. Essas armas são aparatos rústicos ¿de época¿ que falam bem sobre a carga de estilização temporal e fantástica que envolve Caverna Do Dragão. Além disso, formam o centro nervoso da estrutura de confrontos na história: protegidas obsessivamente pelos garotos, perseguidas loucamente pelo Vingador, que acha que dominará o mundo quando as tiver em seu poder. Os dois lados se digladiarão em quase todos os episódios. Se considerarmos que Caverna do Dragão é produto de uma cultura razoavelmente armada e militarizada, o desenho parece romântico na expressão de seu armamento. Contudo, não deixa de refletir tesão cultural por esse elemento.
Quanto às aparências, cada enredo parece semear um pequeno subtexto dedicado a berrar que o que se vê é apenas relativo. Olhos dos heróis mostram-se constantemente dopados, ou frágeis, diante de terras, flores, seres e objetos que se portam enfeitiçando, enganando e atraindo. Nenhum solo é certamente firme, e nem os espelhos são confiáveis. Há um episódio que versa sobre enfrentar os medos. Trata-se de olhar frontalmente para monstros que moram nos porões da psique. Cada jovem é colocado frontalmente contra seus maiores pavores, reproduzidos em simulações de cenários de traço muitas vezes surrealista. No final, tudo se revela ilusão. Conteúdo indubitavelmente maduro e positivamente danoso, se considerarmos que foi concebido para um público infanto-juvenil. Hoje em dia, o aspecto das aparências ganha ainda mais ressonância, talvez porque a revolução tecnológica que a imagem cartoon sofreu aponte para o esfriamento das ilusões. Traços e efeitos cada vez mais são imperativos.
:: FÁBIO SPINOLA 7:30 AM [+] ::
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:: Segunda-feira, Maio 17, 2004 ::
TROIA
...ontem (domingo) fui assistir Troia.... õ filme é bem loko (sem mais palavras)... vou colar abaixo um relato sobre Aquiles... um dos personagens principais da Obra/Filme...
A antiga e rica lenda de Aquiles ilustra a assertiva de que "os eleitos dos deuses morrem jovens", já que o herói preferiu uma vida gloriosa e breve a uma existência longa, mas rotineira e apagada.
Aquiles era filho de Tétis (a ninfa marinha, e não a deusa do oceano) e de Peleu, rei dos mirmidões da Tessália. Ao nascer, a mãe o mergulhou no Estige, o rio infernal, para torná-lo invulnerável. Mas a água não lhe chegou ao calcanhar, pelo qual ela o segurava, e que assim se tornou seu ponto fraco -- o proverbial "calcanhar de Aquiles".
A lenda ganhou várias versões. Segundo uma delas, Tétis fez Aquiles ser criado como menina na corte de Licomedes, na ilha de Ciros, para mantê-lo a salvo de uma profecia que o condenava a morrer jovem no campo de batalha.
Ulisses, sabedor de que só com sua ajuda venceria a guerra de Tróia, recorreu a um ardil para identificá-lo entre as moças.
Aquiles, resoluto, marchou com os gregos sobre Tróia. No décimo ano de luta, capturou a jovem Briseida, que lhe foi tomada por Agamenon, chefe supremo dos gregos. Ofendido, Aquiles retirou-se da guerra. Mas persuadiram-no a ceder a seu amigo Pátroclo a armadura que usava. Pátroclo foi morto por Heitor, filho do rei de Tróia, Príamo.
Sedento de vingança, Aquiles reconciliou-se com Agamenon. De armadura nova, retornou à luta, matou Heitor e arrastou seu cadáver em torno da sepultura de Pátroclo. Pouco depois, Páris, irmão de Heitor, lançou contra Aquiles uma flecha envenenada; dirigida por Apolo, atingiu-lhe o calcanhar e matou-o.
As proezas de Aquiles e muitos temas correlatos foram desenvolvidos na Ilíada, de Homero, que relata a guerra de Tróia. O cadáver de Aquiles, segundo a versão mais comum, foi enterrado no Helesponto junto ao de Pátroclo.
ps.: pra quem não percebeu... a foto acima é minha !!!
:: FÁBIO SPINOLA 4:14 PM [+] ::
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:: Terça-feira, Maio 11, 2004 ::
RESUMO DO ROTEIRO DO STARWARS EPISÓDIO III
eu vou colar aqui.. mas pr enquanto não vou ler não...ja lí mais ou menos até a metade e já me arrependi caso ele seja verdadeiro....
vamos a ele
Os tradicionais letreiros iniciais, aqueles que se
perdem no horizonte espacial, dão conta que as guerras
clônicas continuam a recrudescer entre a Velha
República e a Confederação dos Sistemas Independentes
(os separatistas liderados pelo Conde Dookan).
Ainda nesses letreiros iniciais, ficamos sabendo que os
separatistas conseguiram capturar o Chanceler
Palpatine, que é mantido como refém (tudo cena, já que
os separatistas são apenas um joguete, um meio de
chegar ao poder, dominados por Dookan que é discípulo
do próprio Palpatine).
A seguir, vemos uma nave de batalha (a maior nave já
vista na saga) abrindo caminho em direção a Coruscant,
entre as naves da República e dos separatistas. O
general Obi-Wan Kenobi, Anakin Skywalker e os outros
cavaleiros jedi entram na briga, a bordo de naves
espaciais e acompanhados de um exército de clones.
Obi-Wan já é, nesse momento, um mestre jedi em toda a
resplandescência da força e Anakin já é, também, um
jedi completo. Durante a batalha, os jedi usam uma nova
versão dos Star Fighters, que foram preparados para a
guerra. O objetivo primário de Obi-Wan e Anakin
Skywalker é libertar Palpatine, que está sendo mantido
prisioneiro na nave-capitã da armada separatista. Que
é, simplesmente, a nave melhor fortificada de toda a
frota inimiga. (I have a bad feeling about this...)
Depois de muita ação, Obi-Wan e Anakin pousam suas
naves dentro da nave inimiga que abriga Palpatine. Logo
depois do pouso, aparece o General Grievous (que teve
sua imagem tão divulgada ultimamente e que dará as
caras, antes do filme, no episódio final da microssérie
Guerras Clônicas, do Cartoon Network). Grievous, o
líder dos exércitos de Dookan, é metade máquina, metade
homem e parte pra cima da dupla, que se livram do
ataque voando por cima de Grievous usando tubos
gigantes (?!?). Acabam encontrando Conde Dookan. Uma
tremenda luta de sabres laser acontece, entre Dookan,
Obi-Wan e Anakin. Grievous acaba entrando na briga e
fere Obi-Wan.
Entretanto, percebendo que pode ser capturado ou morto,
Grievous deixa a nave-capitã, mas sua nave é abalada
pelos lasers das naves republicanas. Anakin luta
sozinho contra Dookan, já que Obi-Wan jaz ao lado,
ferido. Palpatine assiste ao duelo imobilizado a uma
cadeira.
Anakin tenta, de toda forma, cortar um ou os dois
braços de Dookan. Não consegue, mas domina a luta e faz
uma pausa para deixar Dookan pedir por sua vida, mas,
logo em seguida, usa seus dois sabres laser para cortar
a cabeça de Dookan fora. Palpatine dá aquela sua risada
metálica e maligna já conhecida. Anakin liberta
Palpatine e ambos fogem da nave, já bastante avariada,
para Coruscant.
Mas Amedda e os guardas reais de Palpatine chegam e o
levam ao Senado Galático. Assim que Palpatine
desembarca, é levado, nos braços do povão, para a
assembléia. Palpatine é aclamado por um grupo de jedis
e de senadores. Ele entra no Senado e é recebido por
Padmé, que usa roupas que escondem sua gravidez (já que
seu casamento com Anakin permanece no mais absoluto
segredo). Palpatine anuncia ao senado que o líder dos
separatistas, Dookan, está morto, e avisa que a hora de
atacar é agora, enquanto os inimigos estão no caos.
A seguir, o Conselho Jedi ordena a Obi-Wan que vá à
caça do General Grievous. Anakin se mostra desgostoso
com o Conselho, que parece não ter reconhecido o fato
dele ter matado Dookan sozinho. Com absoluto deleite,
Palpatine percebe o ódio de Anakin e o usa em benefício
próprio. Palpatine pede ao Conselho Jedi que Anakin
seja seu guarda-costas pessoal. Anakin concorda e fica
feliz, porque Palpatine tem sido um grande apoiador de
Anakin.
Enquanto isso, Bail Organa é visto em uma reunião na
casa de Padmé. O assunto da reunião é a necessidade de
que Palpatine abandone seus poderes quase absolutos,
recém-conquistados. Afinal, já não se está mais em
guerra. Poderes, aliás, que o próprio Palpatine havia
jurado usar apenas no período mais crítico do
confronto. Em outros lugares da galáxia, os jedi e os
clones continuam a batalha contra as forças
separatistas em vários sistemas estelares. Em Kashyyyk
(a terra-natal dos wookies), Yoda comanda os clones em
uma importante batalha.
Em Coruscant, Mace Windu pára pra pensar sobre toda a
guerra, a conspiração dos Sith e acaba chegando à
conclusão óbvia: Palpatine é do mal.
Windu vai até o escritório de Palpatine falar de suas
suspeitas ao próprio. Anakin está lá. Quando ouve o que
Windu tem a dizer, Palpatine tem um ataque de fúria
violento e joga seus raios poderosos (com os quais
quase matou Luke em O Retorno de Jedi) em Windu, que
consegue se livrar e revidar. É neste momento,
precisamente, que Anakin precisa tomar a decisão mais
importante de sua vida: salva Windu, indo contra seu
patrão e amigo, ou ajuda a matar o jedi, salvando o
futuro imperador (pior é que todos nós já sabemos o que
ele fez...)
Palpatine grita a Anakin que os Jedi são corruptos e
que sempre tentaram minar sua (a de Anakin) carreira.
Aí a escolha é feita: Anakin e Mace Windu batalham de
forma dramática. Anakin, ajudado por Palpatine, derrota
Mace. Aqui nasce Darth Vader: Palpatine revela a Anakin
que é um lorde de Sith e que o lado negro da força pode
oferecer a Anakin um futuro brilhante e promissor.
Em um planeta novo, nunca visto no universo Star Wars,
Obi-Wan e seu exército de clones encontra Grievous. Uma
nova batalha de grandes proporções entre Obi-Wan e seus
clones versus Grievous e seus dróides de batalha. Tudo
acontece no alto de uma montanha, de onde se tem uma
vista maravilhosa. Segue-se uma cena de perseguição, em
que Obi-Wan, montado em uma criatura que será criada
por computador e se parece com um lagarto persegue
Grievous, montado no que aparenta ser um andróide-
foguete.
A perseguição termina e os dois se envolvem novamente
em uma luta pessoal, com sabres laser (que seriam armas
jedi ou dos sith, não???). Durante essa batalha, os
braços de Grievous se dividem em dois e, então, vemos
Grievous lutando com QUATRO sabres laser contra Obi-
Wan. Obi-Wan acaba com Grievous com uma arma não-jedi:
um tiro de laser. Enquanto morre, Grievous ejeta seus
olhos ainda de gente das órbitas metálicas.
Em Coruscant, a pressão do Senado para que Palpatine
abra mão de seus poderes quase supremos é forte, já que
a guerra parece estar chegando ao fim. E veja só:
Palpatine diz que não vai abrir mão dos seus poderes
porque precisa deles para combater uma nova ameaça, que
vem dos cavaleiros jedi. Traição!
Palpatine diz que os cavaleiros jedi só fingiram ser
aliados e que, na verdade, são traidores a serviço das
idéias de conde Dookan e que são os responsáveis pelas
milhões de mortes que aconteceram nas guerras clônicas.
Para ilustrar a história, conta como um dos cavaleiros
jedi tentou matá-lo e como foi feliz por Anakin estar
ao seu lado para salvá-lo de seu pretenso assassino.
Palpatine mantém seus poderes e anuncia a criação de
seu império.
Então, o novo imperador ordena aos militares que achem
todos os caveleiros jedi e os destruam. Em oposição,
Padme, Organa e Mon Mothma discutem a situação, mas
decidem não fazer nada no momento. Organa é vítima de
uma tentativa de assassinato, mas consegue escapar de
Coruscant com vida (claro, é ele quem vai criar, ao
lado da esposa, a filha de Padmé, Leia Organa.
Depois desse ataque, Padmé fica esperta: deixa
Coruscant e vai se esconder em Naboo. Os clones
perseguem os jedi por toda a galáxia. Obi-Wan é
obrigado a matar um clone que havia ficado seu amigo
durante a guerra. A dizimação dos cavaleiros jedi pelos
clone troopers é vista acontecendo em vários planetas
da galáxia. Os jedis estão em nítida desvantagem
numérica em relação aos clones e não conseguem se
defender. Anakin invade o templo jedi e mata os jovens
padawan e todos os jedi que tentam protegê-los.
Palpatine envia Anakin a um planeta chamado Mustafar
(que é feito de lava) para destruir os poucos líderes
separatistas que sobraram. Antes do trabalho, Anakin
viaja a Naboo para falar com Padmé. Conta a ela tudo
sobre sua missão em Mustafar, sobre o fim da República
e o início do império e que teve que matar alguns
cavaleiros jedi. Reclama que os jedi são corruptos e
trapaceiros, que não são mais de confiança. Padmé
confia em tudo o que Anakin lhe diz, 100% crédula. O
amor dos dois continua ternamente, com Anakin
acreditando que pode confiar em Padmé e apenas em Padmé.
Yoda ainda está no planeta dos wookies quando os clones
o encontram. Chewbacca e outros wookies o salvam da
morte. Ainda em Kashyyyk, Yoda encontra um antigo
manuscrito Sith. Yoda decide que tem que ir ao templo
jedi para meditar sobre os acontecimentos futuros.
Enquanto isso, Obi-Wan vai para outro mundo. O líder
desse mundo o recebe bem e promete ajudá-lo, mas quando
Obi-Wan fica sabendo que Anakin está lutando contra os
jedi, decide viajar a Naboo.
Lá, Obi-Wan descobre Padmé em sua casa. No início,
Padmé não acredita nele e se recusa a contar qualquer
coisa. De toda forma, acaba contando que está grávida
de Anakin. Ela diz a Obi-Wan que Anakin tem planos para
o futuro e que ainda resta algo de bom nele. Obi-Wan
planeja deixar Naboo sem Padmé, mas ela se enfia na
nave sem que ele saiba. Obi-Wan segue os rastros de
Anakin até Mustafar.
Em suas meditações, Yoda chega à conclusão de que, se
matar o mestre Sith, seu aprendiz será destruído
automaticamente. Darth Sidious (Palpatine) confronta
Yoda no templo jedi. Os dois lutam bravamente, de forma
terrivelmente violenta, e Yoda perde a batalha.
Obi-Wan chega a Mustafar, mas Anakin já acabou com
todos os líderes separatistas. Começa uma discussão
entre os dois. De repente, Padmé aparece, pensando que
pode ajudar a ambos. Anakin fica furioso com Padmé,
pois ela levou Obi-Wan direto a ele. Se sente traído.
Como resultado, Anakin fica terrivelmente irritado,
perde o controle, fica furioso e lança um campo de força
sobre Padmé, que cai e bate com a cabeça no chão. Obi-
Wan liga seu sabre laser. O histórico duelo entre
Anakin e Obi-Wan se inicia, sobre os corpos dos líderes
separatistas mortos. O duelo é épico e se sucede por
vários cenários. Vulcões rugem e soltam lava. O chão
treme. Eles acabam em uma cratera. Obi Wan tenta cortar
o braço real de Anakin (que tara esse pessoal tem por
cortar braços, hein?). De forma surpreendente, Anakin
continua a lutar com seu braço mecânico.
No meio da luta, Obi-Wan consegue cortar uma das pernas
de Anakin. A outra já está bastante avariada. Anakin
escorrega na beira do vulcão e cai no rio de lava,
aparentemente morto. Obi-Wan deixa o lugar e vai cuidar
de Padmé. Os clones chegam, resgatam Anakin e o levam
embora numa nave.
Depois do encontro Obi-Wan-Anakin Skywalker, Yoda, Bail
Organa e Padmé viajam para Alderaan. No meio do
caminho, uma emergência os faz parar em um planeta novo
e desconhecido: Padmé piora, está à beira da morte. Os
gêmeos Skywalker (Léia e Luke) são retirados de Padmé e
logo depois ela morre. Essa parte confronta diretamente
com a informação anterior sobre a morte de Padmé, que
dava conta de que Anakin teria um ataque de fúria e
mataria Padmé dentro de um quarto. Acordaria, horas
depois, e ficaria desesperado ao se deparar com o
resultado de sua raiva.
Em outro lugar da galáxia, Anakin é colocado na
armadura negra mecânica. Yes! O nascimento de Darth
Vader como o conhecemos! Anakin recobra a consciência
já em sua armadura de Darth Vader e é informado sobre a
morte de Padmé. Aí sim ele fica furioso e destrói o
quarto com o poder da força. Isso - o ataque - também é
resultado de Anakin ter consciência do que se tornou:
mais máquina do que gente. Anakin sai matando gente e
espatifando dróides contra a parede. Depois, recebe de
Palpatine o título de Lord Darth Vader.
Um funeral é organizado em homenagem a Padmé. Qui-Gon-
Jinn se comunica com Obi-Wan, da mesma forma que ele,
anos mais tarde, fará com Luke Skywalker. Obi-Wan, com
a ajuda de Bail Organa e Yoda, decide enviar Luke e
Léia para Tatooine, para a casa dos tios Owen e Beru. É
o próprio Bail Organa que leva, em sua nave, Luke e
Léia a Tatooine. Yoda chega ao sistema Dagobah em um
pod, enquanto os jedi remanescentes tentam se livrar da
morte. Yoda decide esperar pacientemente pelo tempo em
que poderá dar sua contribuição para o fim dos Siths.
A nave de Bail é atacada pelas forças de Palpatine. Obi-
Wan agarra Luke e se atira em Tatooine em um pod. Bail
Organa, sem ter o que fazer, se livra dos atacantes e
vai embora com Léia. Bail ordena o apagamento da
memória de C-3PO. Na ponte de comando do destróier de
Palpatine, Vader e Tarkin, paralizados, olham para o
espaço. Estão acompanhando a construção da Estrela da
Morte.
Depois de aterrisar em Tatooine, Obi-Wan pede a Owen e
Beru que tomem conta de Luke. Ele conta aos dois que
Anakin morreu lutando nas guerras clônicas. Sabe Deus
porque, Owen culpa os jedi pela morte de Anakin,
dizendo que eles nunca o deviam tê-lo tirado de
Tatooine, pra começar. O casal decide criar Luke como
seu próprio filho e fazem de tudo para nunca mais
encontrar Obi-Wan, que agora adota o nome de Ben e
permanece próximo, para acompanhar o crescimento de
Luke. A cena vai ficando escura. Fim e créditos.
:: FÁBIO SPINOLA 4:54 PM [+] ::
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:: Segunda-feira, Maio 10, 2004 ::
A VOLTA DO LANTERNA VERDE
... eu nao gostei.... q continuasse morto, ou pelo moenos na forma do Spectro.... depois eu comento tudo certinho

:: FÁBIO SPINOLA 5:11 PM [+] ::
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Comentários:
TEKILEIROS
esse é o novo blo do pessoal ae.... entrem e vejam... em breve BBR - Big Brother Rinópolis
http://tekileiros.blogspot.com
:: FÁBIO SPINOLA 4:45 PM [+] ::
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:: Sexta-feira, Maio 07, 2004 ::
5000 VISITAS
...porra 5000 visitas.... não pensava que chegaria a tanto..... meus agradecimentos a todos os que entram aqui só pra ver, pra comentar, pra zuar, etc, pra todo mundo... valeu pela atenção....
acho q vou comçar a por propaganda aqui no blog, assim eu ganho algum din din... ehhehe
valeu
:: FÁBIO SPINOLA 2:11 PM [+] ::
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:: Quarta-feira, Maio 05, 2004 ::
MONTAGENS
ae abaixo estão 2 montagens toscas que eu fiz testando alguns plug-ins do programa Photoshop....
quem quiser que eu faça montagens de outras pessoas é só me mandar as fotos...
essas foi imitando o Ciclope dos X-Mem

:: FÁBIO SPINOLA 2:52 PM [+] ::
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Comentários:
:: Terça-feira, Maio 04, 2004 ::
STARWARS - SÉRIE DE TV
A Série de TV de Star Wars pode vir a ser realidade em 2006
Não se sabe se será animação ou live-action (com atores) ou ambos. A Lucasfilm só decidirá isso em 2005.

:: FÁBIO SPINOLA 2:03 PM [+] ::
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