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:: Terça-feira, Setembro 30, 2003 ::
HULK
devido a minha ingestão de alimentos trangênicos (geneticamente modificados) quando eu fico nervoso olha o que acontece comigo....
eu me transformo no incrível HULK
iaihaihhiaihaa logo logo eu copnsigo entrar para os Vingadores junto com o Capitão América
:: FÁBIO SPINOLA 4:32 PM [+] ::
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VIAJEM NO TEMPO
quem nunca sonhou em viajar no tempo... rever os entes queridos, saber a verdadeira história do mundo, mudar o passado e o futuro...
sempre vemos tudo isso em filmes, livros, séries de televisão.... mas quem pensa que isso é pura ficção está redondamente enganado....
a viajem no tempo é real, pelo menos em teoria, e pode ser alcançada... não agora, nem daqui uma década, mas talvez no futuro, saberemos como eram os dinossauros, como foi a verdadeira história de Jesus Cristo, etc etc etc
abaixo segue um glossário de paradoxos temporais... se você que está lendo nao entender me manda um e-mail que eu te explico hehehhehehe... logo logo eu me formo em física quântica....
1) Paradoxo do Avô
Talvez o mais famoso paradoxo temporal. Às vezes chamado de Paradoxo da Avó. Acontece quando um viajante do tempo volta ao passado para matar o seu avô (ou avó) quando ele (ou ela) ainda é uma criança, evitando assim o seu próprio nascimento e, por conseguinte, sua própria viagem ao passado para matar o seu antepassado. De modo geral esse paradoxo ocorre em qualquer mudança da História causada por um viajante do tempo de modo a impedir o próprio viajante de voltar ao passado para causar a mudança. Pode ser considerado um caso especial do Paradoxo da Alteração da História.
2) Paradoxo da Acumulação
Acontece quando um viajante do tempo se transporta de vários pontos de sua linha temporal para o mesmo momento de passado. Haverá várias duplicatas do viajante no ponto de chegada.
3) Paradoxo do Deslocamento em Trânsito
Viajantes do tempo em trânsito levam consigo seu próprio tempo - o presente do modo exato que estava no momento de sua viagem -, e não podem ser afetados por alterações da História ocorridas depois de sua partida. Só sofrerão os efeitos dessas alterações quando voltarem à sua matriz temporal, agora modificada.
4) Paradoxo da Descontinuidade
Acontece quando um viajante do tempo encontra no passado um conhecido que partiu de um ponto do futuro diferente do dele. Essa pessoa pode não reconhecer o viajante, pois no seu (dela) presente eles ainda não se encontraram. Ou pode acontecer o oposto. O viajante do tempo encontrar no passado alguém que partiu de um futuro à sua frente e que sabe o que vai acontecer com ele nos próximos meses ou mesmo anos.
5) Paradoxo da Duplicação
Acontece quando um viajante do tempo volta ao passado, encontra-se consigo mesmo, e faz alguma coisa que impede sua versão passada de viajar atrás no tempo tal como fez anteriormente, alterando assim sua própria História e criando uma duplicata permanente.
6) Paradoxo Final
Paradoxo criado por um viajante do tempo que muda a História de modo que viagem no tempo nunca seja inventada.
7) Lei dos Paradoxos Menores
Se dois paradoxos mutuamente exclusivos podem ocorrer simultaneamente, acontecerá primeiro o menos paradoxal.
8) Paradoxo da Alteração da História
Acontece quando um viajante do tempo volta ao passado e altera a História. E ele pode voltar no tempo outras vezes e alterar ou reverter a alteração, editando assim a História.
9) Paradoxo da Propagação
Este paradoxo envolve a velocidade na qual a alteração da História se propaga ao longo do Continuum. Pode ser instantânea, ou seguir uma taxa de propagação arbitrária, ou pode depender de um certo valor de probabilidade de que a alteração seja irreversível.
10) Paradoxo da História Retroativa
Acontece quando pessoas do futuro, que não haviam nascido na época de acontecimentos já ocorridos e historicamente registrados, acabarem revelando-se protagonistas desses mesmos eventos.
11) Paradoxo dos Loops de Objetos e Pessoas
Acontece quando um objeto ou pessoa são aprisionados em um loop temporal, como o relógio do filme ¿Em Algum Lugar do Passado¿.
12) Paradoxo dos Loops de Repetição
Acontece quando se viaja no tempo não no sentido tradicional, de transporte físico para um outro momento do passado ou do futuro, mas quando se 'revive' repetidamente um intervalo arbitrário de tempo, como no filme ¿Feitiço do Tempo¿. Dois paradoxos estão envolvidos aqui, o loop de repetição em si e o fato de que a pessoa envolvida mantém as memórias após cada volta do loop.
13) Paradoxo da Duplicação Cumulativa
Acontece quando um objeto ou pessoa é removido de um certo ponto na linha de tempo, transportado para outro momento e, depois do retorno a um instante imediatamente anterior à primeira remoção, repete-se o processo, transportando-se sempre a pessoa ou o objeto removidos para o mesmo tempo e local. Se essa operação for realizada diversas vezes será criada uma série de duplicatas.
14) Paradoxo Metabólico
Acontece quando um viajante do tempo perde sua integridade temporal quando transportado para o passado ou futuro devido ao seu metabolismo, que causa uma constante troca de seus átomos originais por átomos da nova matriz temporal.
15) Paradoxo da Substituição Temporal
Semelhante ao Paradoxo Metabólico, mas com diferentes causas e conseqüências. Acontece quando um viajante do tempo passa um longo intervalo de tempo no passado. Como ele não é parte da matriz temporal do passado, ocorre uma substituição espontânea de todos os seus átomos por átomos do passado, acabando por criar um novo indivíduo com novas memórias. A História muda e a linha temporal original do viajante do tempo desaparece.
16) Paradoxo Mnemônico
Acontece depois da ocorrência de um Paradoxo de Descontinuidade ou um Paradoxo de Alteração da História que envolvam o próprio viajante do tempo, quando ele pode ter recordações de duas ou mais diferentes linhas temporais.
17) Paradoxo do Continuum
Envolve o conceito de que tudo o que aconteceu ou acontecerá já está registrado no Continuum, até mesmo a própria viagem no tempo. Nesse caso, por exemplo, um viajante do tempo que visitasse várias vezes um certo momento ao longo de sua vida, acharia lá todas as suas duplicatas desde a primeira visita. Este paradoxo afeta vários outros paradoxos e até mesmo o conceito de livre arbítrio.
:: FÁBIO SPINOLA 1:18 PM [+] ::
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:: Segunda-feira, Setembro 29, 2003 ::
IRREVERSÍVEL
Irreversível (Irreversiblé, 2002), novo filme do diretor argentino Gaspar Noe, começou a chamar a atenção durante o Festival de Cannes de 2003 não apenas pela participação da bela Monica Bellucci (de Matrix Reloaded). Espectadores saíam no meio da exibição, soltando impropérios contra o diretor e a película, principalmente devido à tão falada sequência de estupro, sofrido pela personagem de Bellucci, que dura mais de 10 minutos. Críticos de todo o mundo simplesmente destruíram o trabalho, acusando-o de uso de cenas gratuitas de violência e sexualidade.
Com a estréia do filme em algumas salas do circuito nacional, aproveito para dizer: o filme não é para fracos de estômago. E gerará muita discussão por aqui também.
:: O TEMPO DESTRÓI TUDO
É com a frase acima que o diretor e roteirista resume sua obra. E, assim, tudo é irreversível. Com isso, o diretor mostra como a vida do casal Marcus (Vincent Cassel, de O Pacto dos Lobos e Joana D´Arc de Luc Besson) e Alex (Bellucci) é destruída pelo acaso.
Para destacar ainda mais como o tempo é essencial na trama, Noe conta a história de trás para frente, usando o mesmo recurso empregado pelo diretor Christopher Nolan em seu filme Amnésia, mas sem o mistério e a tensão. Não há necessidade de se descobrir algo misterioso, fora do comum. Apenas como a situação chegou onde chegou. A desconstrução já começa com a exibição retrógrada dos letreiros finais, com diversas letras trocadas nos créditos.
:: OS PRIMEIROS 15 MINUTOS
O início do filme é um teste para o público, tanto de paciência quanto para o estômago. Vemos dois homens conversando, quando a frase "o tempo destrói tudo" é, então, citada. Eis que a câmera se move de dentro do apartamento e vemos Marcus sendo retirado de maca de um clube noturno.
O filme, então, nos leva a alguns minutos antes, quando Marcus acaba de entrar neste mesmo clube noturno, conhecido como 'Rectum', junto com seu amigo Pierre (Albert Dupontel, de Os Atores). Marcus, ensandecido, procura por alguém chamado Tenia. Mas o espectador só sabe disso porquê consegue ouvir as vozes dos personagens, já que o ambiente escuro, ajudado por uma câmera descontrolada, só produz borrões e vultos vermelhos e pretos na tela. A busca por Tenia é acompanhada por uma trilha sonora techno enlouquecedora. A sequência termina com uma demonstração de violência que deixará muitos espectadores com frio na espinha, tamanha frieza e detalhismo que o diretor empregou no desfecho. Violência gratuita?
O filme, então, vai voltando, aos poucos, e somos expostos às situações que levaram àquele momento.
:: O ESTUPRO
A cena que praticamente se transformou no carro-chefe publicitário do filme é a sequência em que a personagem de Bellucci é estuprada em um pequeno túnel de passagem por baixo de uma avenida movimentada. Alex tenta atravessar esperando uma folga na travessia dos carros, mas acaba escolhendo a via. Eis outro ponto que o diretor quer mostrar no filme: escolhas.
A sequência é realmente perturbadora. Os espectadores se transformam em cúmplice do maníaco, já que assistem a tudo e nada podem fazer diante da circunstância. Essa sensação se deve, principalmente, ao uso magistral da câmera. São 10 minutos, sem qualquer tipo de corte ou edição que possa dar tempo ao expectador de sequer piscar. A violência empregada e a completa falta de sentido - não é vingança, ou qualquer outro ato premeditado, apenas um encontro casual com um maníaco - transformam-se em 10 longos minutos de terror.
:: PASSADO DE ESPERANÇA, FUTURO DESTRUÍDO
O filme é de uma frieza e realismo exacerbado, podendo causar ao expectador reações de nojo e terror.
O roteiro não é feito para nos levar a questionamentos. O que ele pretende, a meu ver, é apenas mostrar situações que podem acontecer. As sensações são rasas, visuais. É um mundo nojento, corrompido, imoral. E nada melhor para mostrar isso do que usar tanto apelo visual. O futuro é podre. O tempo destrói tudo, e o diretor deixa isso bem claro, mesmo que o passado houvesse amor, companheirismo. E até mesmo uma promessa de dias melhores. Mas o tempo destrói tudo. E apenas os mais fortes de estômago aguentarão até o fim da sessão.
ps.: eu com certesa vou assistir até o fim ....
:: FÁBIO SPINOLA 12:08 PM [+] ::
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:: Sexta-feira, Setembro 26, 2003 ::
INIMIGO MEU: parábola da década de oitenta sobre amizade e tolerância
Certos filmes são capazes de marcar nossas vidas para sempre, por mais que sejam mal vistos pelos críticos ou tenham fracassado nas bilheterias. Inimigo Meu (Enemy Mine), produção de 1985, é o típico exemplo a esse respeito.
O filme, dirigido pelo alemão Wolfgang Petersen, o mesmo do clássico A História Sem Fim (1984), do fantástico Das Boot (1981) e do moderno Mar Em Fúria (2000), traz a parábola, em formato cinematográfico, dos inimigos diferentes que são forçados à convivência mútua em virtude das circunstâncias. O tema não é algo novo, basta que nos lembremos dum clássico dos anos sessenta, Inferno no Pacífico, estrelado por Lee Marvin e Toshiro Mifune.
O enredo, baseado no livro de Barry Longyear, se passa no Século XXIII, ocasião em que a Terra está em guerra contra o planeta Dracôn, pois ambas as raças desejam possuir e explorar sistemas estelares em comum. Negociações diplomáticas falharam e o combate espacial, a la Guerra nas Estrelas, tornou-se inevitável. Apesar de tudo, ambos os planetas dispunham de evoluções tecnológicas similares, fato que nivelou a batalha e, por conseguinte, não propiciou vantagem explícita a nenhum dos combatentes.
:: A PRIMEIRA PARTE
No início do filme, uma estação espacial da Terra é atacada pela esquadrilha de naves inimigas. Dezenas de pilotos são enviados ao combate, e um deles, Willis Davidge (interpretado por Dennis Quaid), depois de presenciar a destruição da nave de uma companheira, persegue o piloto opositor e responsável pelo disparo, o Drac Jeriba Shigan (interpretado pelo ganhador do Oscar de Ator Coadjuvante, Louis Gossett Jr.)
A ira cega de Davidge, movida pela vingança, leva sua nave a uma órbita muito próxima do desolado planeta Fyrine IV, um território inóspito e inexplorado, em perseguição ao piloto inimigo. Finalmente, ao atingir a nave Drac com um disparo laser, essa se choca contra a da Terra após a ejeção de um casulo-de-fuga alienígena. O terráqueo, então, perde o controle e ambos caem no planeta, devido à poderosa atração gravitacional emanada por aquele mundo.
Após a queda da nave, Davidge presencia a morte do jovem amigo co-piloto e, mais enfurecido do que nunca, parte em busca ao casulo caído a alguns quilômetros de distância dali. O humano nunca viu um Drac cara a cara, mas está louco para assassinar o oponente. Ao cair da noite ele chega aos destroços e as emoções começam a aflorar.
:: A SEGUNDA PARTE
Davidge e Jeriba finalmente se encontram, e, inicialmente, cada qual procura matar o inimigo. Após alguma ação, o Drac faz o terráqueo prisioneiro e chega até mesmo a, contrariado, alimentá-lo com um tipo nojento de lesma. Durante a noite, porém, uma chuva de meteoritos faz com que cada um corra para uma direção ¿ Jeriba liberta Davidge a contragosto por insistência do humano ¿ mas também os faz pensar sobre a única forma de sobrevivência naquele planeta extinto: o auxílio mútuo. É óbvio que a esperança nunca morre e, devido a ela, ambos sempre esperam, apesar da coexistência, por um possível resgate. O alienígena hermafrodita, cuja evolução aconteceu a partir dos répteis, foi apelidado de Jerry pelo terráqueo.
Ambos, então, passam a cooperar entre si e constroem um abrigo contra os tais meteoritos, notadamente uma das maiores ameaças do lugar. Aos poucos, como era de se esperar, os rivais passam a tomar conhecimento, cada qual, dos costumes e da vida um do outro. Jerry chega a salvar o humano numa oportunidade e, através do dia a dia, ambos se descobrem maiores do que a própria guerra. Davidge passa a aprender a língua Drac, que lhe é ensinada muito honrosamente por meio da leitura do Tallmman (um livro religioso de Dracôn). Desnecessário citar a grande amizade formada paulatinamente à base de confiança e companheirismo.
Por outro lado, o irrequieto terráqueo, cansado de esperar pelo improvável resgate, decide-se por sair pelo planeta a fim de procurar por supostas naves que povoam seus sonhos à noite. Problemas, contudo, estavam para acontecer, uma vez que o inverno rigoroso daquele hemisfério estava prestes a chegar.
:: A TERCEIRA PARTE
Jerry é, conforme dissemos, hermafrodita, e para a surpresa do amigo, estava grávido há algum tempo. Infelizmente, devido a um tombo que levou numa fuga e também por causa do frio intenso, algo deu errado durante a gestação. Por estar à beira da morte, resolveu dizer ao humano ¿ recém chegado de sua busca - que algo corria mal. O Drac implorou ao amigo para que levasse o futuro filho, Zammis, a um tipo de conselho de anciões, em Dracôn, onde a linhagem de Jeriba (os descendentes da criança, que remontam a inúmeras gerações) deveria ser recitada. Esse procedimento, além de fazer parte da cultura dos alienígenas, era honroso e necessário. O terráqueo, de fato, precisou prometer ao amigo para que ele morresse em paz. Mas isso não era tudo, porque Davidge precisaria abrir o corpo de Jerry, depois de morto, para remover o bebê, que corria risco de perder a vida.
Após a retirada da criança, o humano tornou-se o único pai, embora chamado de tio, que Zammis conheceu. Davidge contou histórias para o menino sobre o pai, sobre a cultura Drac e sobre outros humanos que vinham ao planeta de vez em quando, mineiros que escravizavam os alienígenas ao bel prazer e que foram descobertos pelo terráqueo durante a busca pelas tais naves vistas em sonhos. Apesar de todos os avisos e alertas, Zammis tornou-se curioso a fim de conhecer outros da espécie e, portanto, partiu em direção ao local proscrito. Ao chegar lá, foi pego pelo líder dos mineiros, Stubbs (interpretado por Brion James, de Blade Runner), e escravizado.
Davidge logo percebe o sumiço do menino e rapidamente corre em direção à nave dos mineiros para salvá-lo. Ao chegar lá, o humano mata o irmão de Stubbs numa tentativa de resgate, mas é baleado e largado à própria sorte. Milagrosamente, o corpo quase morto do terráqueo foi encontrado, tempos depois, por uma expedição militar e levado de volta à estação espacial.
A fim de cumprir o prometido, Davidge, já curado, ignorou ordens de superiores e partiu para o resgate do garoto. Nesse momento o espectador tem conhecimento de que o humano permaneceu naquele planeta por três anos.
A conclusão, muito bonita, leva qualquer coração mole às lágrimas.
:: PRODUÇÃO TURBULENTA
A produção de Inimigo Meu foi extremamente complicada. O diretor original do projeto, o britânico Richard Loncraine (de Ricardo III ¿ a versão com Ian McKellen), abandonou a película no início das filmagens, mas com algumas cenas previamente rodadas. Então, Wolfgang Petersen foi chamado, pois era sempre lembrado ¿ e ainda é - por causa de Das Boot, uma obra-prima do gênero de Guerra. Todas as cenas rodadas, incluindo-se nelas algumas seqüências do alienígena, foram dispensadas e precisaram ser refeitas por Petersen. O orçamento de Inimigo Meu, somente por causa desse ¿detalhe¿, excedeu bastante o previsto.
:: BELEZA VISUAL
Apesar dos pesares, o designer de produção do filme, Rolf Zehetbauer (o mesmo de A História Sem Fim), criou cenários esplêndidos para o planeta Fyrine IV; a maioria deles, de forma inédita, construídos sobre palcos de shows de rock na Alemanha, no West German Studios. A retratação do mundo em que os protagonistas vivem é, de fato, espetacular. Apenas um detalhe que não passa despercebido se o filme for visto em DVD: nas cenas em que a nave de Davidge cai no planeta, percebe-se facilmente o uso de maquetes plásticas ao invés de efeitos visuais movidos inteiramente à computação gráfica. Esse detalhe não acontece, porém, durante as cenas de batalha espacial contidas no início.
O único dedo da Industrial Light & Magic em Inimigo Meu teve a ver com a constante chuva de meteoros e com a chamada Matte, técnica de pintura que deixa as paisagens e os cenários ainda mais realistas. As locações, situadas nas Ilhas Canárias, também não deixaram a desejar; ficou tudo muito bonito e bem feito. A fotografia, formidável, esteve a cargo do cinematógrafo Tony Imi, especialista em capturar detalhes e em produzir visuais acurados.
A concepção dos Dracs foi realizada pelo designer Chris Wallas, criador dos efeitos ¿melequentos¿ de A Mosca (de David Cronenberg) e também diretor da seqüência: A Mosca II. Apesar da aparência humanóide do alienígena, isto é, a semelhança para conosco, o visual dos Dracs não acabou artificial e nem desapontou. A maquiagem aplicada ao rosto de Louis Gossett Jr., fato impressionante, não o atrapalhou nas retratações das mais diversas emoções exigidas pelo personagem Jerry, embora apenas a boca e os olhos do ator estivessem ¿de fora¿. Outro detalhe interessante é a respiração dos alienígenas, que pode ser percebida como um bombear numa pele localizada à altura das orelhas de um ser humano.
No tocante à trilha sonora, ela foi composta por Maurice Jarre (o pai de Jean-Michel) e possui ótimos momentos, especialmente representados pelo tema de Zammis. Mas não espere nada parecido com John Williams ou com James Horner; o trabalho ficou bem mais sutil.
A excelente atuação de Louis Gossett Jr., aliás, foi digna de outro Oscar. É impressionante como deu vida ao Drac e tornou-o convincente. Imaginem, caros leitores, um ator fazer tudo isso, mas somente dispondo da boca e dos olhos, porque o ¿resto¿ era coberto pela maquiagem. Dennis Quaid, por outro lado, não esteve em uma das melhores performances da carreira e, convenhamos, não acompanhou o trabalho de Gossett Jr. Quaid se deu muito bem, sim, nas cenas de ação e de luta, contudo, nas seqüências emotivas percebe-se que o ator perdeu-se um bocado.
:: MENSAGENS DE AMIZADE E DE AMOR
Inimigo Meu, apesar das críticas negativas sofridas no exterior, trata-se de um filme cuja mensagem é muito bela e comovente. Quando Jerry e Davidge se ¿aceitam¿ como verdadeiramente são, eles superam as diferenças sócio-culturais entre as espécies e, conforme citei no início deste artigo, tornam-se maiores do que qualquer guerra possa ser. A cena em que o humano pretende começar a aprender a língua Drac, comove o espectador, pois ele ganha de Jerry, seu mestre, uma versão do Tallmann, o livro sagrado de Dracôn. Davidge, por sua vez, afirma a também existência do Tallmann Terrestre (nossa bíblia, por exemplo), ao passo que o alienígena concorda com ele e cita a ¿verdade universal¿ por trás de todas as coisas. Os Dracs, importante ressaltar, têm a filosofia parecida com a Oriental, ou seja, estão mais ligados à mente do que ao corpo.
Há muitas cenas bonitas e de bom gosto, que não estão imbuídas de pieguice. Uma delas acontece quando o alienígena pede ao humano que lhe conte sobre os pais, sobre quem eram e o que faziam. Depois, Jerry recita ao terráqueo, como uma retribuição pela honra, toda a linhagem de Jeriba; processo que acontece na forma de uma canção emotiva (na língua Drac, é claro). Essa cantoria novamente pode ser ouvida no final do filme, quando Davidge e Zammis, em Dracôn, passam por uma cerimônia religiosa na qual o nome do humano é adicionado à linhagem do alienígena.
:: FÁBIO SPINOLA 7:39 AM [+] ::
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:: Quarta-feira, Setembro 17, 2003 ::
Star Wars: A primeira imagem de Anakin
O novo visual de Anakin Skywalker (Hayden Christensen). Note que a trança de padawan (aprendiz) sumiu. Além disso, os trajes do futuro Darth Vader estão mais escuros.
ps.: pô se meu cabelo ainda estivesse comprido daria pra eu ir ao Baile a Fantasia de Jedi... ;)
:: FÁBIO SPINOLA 11:21 AM [+] ::
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:: Terça-feira, Setembro 16, 2003 ::
Seiya x Goku
A gente sabe que existe uma certa rivalidade entre fãs dos Cavaleiros do Zodíaco e os de Dragon Ball. Por isso chegamos aqui com esse Versus para estimular a competição entre os dois clãs. Seiya é superpoderoso e quase nada resiste ao seu golpe Meteoro de Pégasus. Goku também é megapoderoso e seu Kame Hame Ha não é de deixar muita coisa em pé por onde passa. Os dois são as estrelas principais de dois animes pra lá de clássicos. Bom, não precisa nem perguntar que queremos saber quem é que leva essa, né? Goku? Seiya? Dragon Ball? Cavaleiros? Manifestem-se! Comentem!
:: FÁBIO SPINOLA 10:08 AM [+] ::
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HE-MAN x LION
Os dois são as estrelas de desenhos animados de grande sucesso nos anos 80. He-Man é o defensor de Etérnia e sua espada dita as regras no lugar. Lion (ou Lion-O) é o líder dos Thundercats e comanda o planeta chamado Terceiro Mundo também com sua espada. O grito de guerra do He-Man é "Eu Tenho a Força!" e o de Lion é "Thunder, Thunder, Thundercats! Hoooooooooo!". Mais uma coincidência: os dois voltaram à ativa recentemente em suas novas histórias em quadrinhos, disponíveis em breve inclusive no Brasil. Só que He-Man já tem um novo desenho enquanto que novos projetos com os Thundercats estão apenas no papel por enquanto. Diputa difícil, não? Quem vence? O herói de Etérnia e irmão da She-Ra ou o líder dos Thundercats? Comentem !
:: FÁBIO SPINOLA 10:06 AM [+] ::
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CASEMOD
Na onde de casemod (que são computadores que tem suas carcaças mudadas), como o meu que está alí em baixo na pagina....., esse case ou gabinete de computador que vc está vendo ae embaixo foi baseado no filme matrix... isso sim´é um case criativo e completamente fora do normal... o cara que ta fazendo disse que o bebê dentro da bolha fica mechendo de verdade iheiheiheihehie muito loko
ps.: quando eu enjoar do meu micro, acho q vou fazer um parecido heieihehiehieihe
:: FÁBIO SPINOLA 9:58 AM [+] ::
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Brasil sedia torneio de futebol para robôs
Foto meramente ilustrativa dos robos... hhehehe
Enquanto a seleção de futebol do Brasil ainda está nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2006, na área da tecnologia outros times brasileiros coordenam os últimos preparativos para entrar em campo no próximo final de semana.
Trata-se da 2ª Competição Estudantil Latino-Americana de Robôs, que promoverá em Bauru, interior de São Paulo, um torneio entre robôs que terá até campeonato de futebol com jogadores comandados por inteligência artificial.
Os projetos são desenvolvidos por estudantes de faculdades brasileiras, mexicanas, chilenas e argentinas. Nas equipes, lesões e contusões não são a preocupação central, já que as armas básicas não são os chutes poderosos ou a defesa afinada. O que conta é a maneira de surpreender a equipe adversária, e, sobretudo, a estratégia de ataque que será comandada por um computador.
A competição de futebol terá duas categorias e os jogadores serão robôs em formato de cubo. O tamanho mínimo dos participantes é 7,5 cm3 e o menor número permitido em cada equipe é de três componentes (um goleiro e dois na linha de frente).
Segundo o professor Flavio Tonidandel, da Faculdade de Engenharia Industrial, o mecanismo funciona a partir de uma câmera de vídeo responsável por captar imagens do campo e enviar para um computador, que mapeará a movimentação. A partir de então, um software transmitirá via rádio para os robôs quais as ordens que devem ser executadas.
"Em nenhum momento nós podemos tocar nos robôs, eles fazem todos os movimentos sozinhos. Nós somos os responsáveis por desenvolver o programa no qual eles irão atuar", destaca Tonidandel.
Além do torneio de futebol, a competição terá também a categoria Lego, em que o os robôs tentam retirar de uma arena a maior quantidade possível de participantes da equipe adversária em no máximo oito minutos; e a Advanced, na qual eles realizam saltos sobre obstáculos a uma altura pré-determinada.
"Atividades como essas fazem os alunos desenvolverem boas noções de metodologia científica e de programação, além de colocarem na prática tudo aquilo que eles aprenderam na sala de aula", afirma Tonidandel.
Os projetos da FEI começaram a ser desenvolvidos no início de junho por alunos entre o 2º e o 5º ano dos cursos de Engenharia Elétrica e Ciências da Computação. A Faculdade terá oito robôs para os times de futebol e três para a categoria Lego.
Além da FEI, participam também as faculdades UFRGS, UFSC, UFRN, Unesp (Bauru) e USP (São Carlos) e o Instituto Mauá de Tecnologia. No total serão 26 grupos participantes, entre brasileiros e estrangeiros, segundo o coordenador dos participantes da Unesp, Marcelo Franchin.
O evento acontecerá no Obeid Plaza Hotel, localizado na avenida das Nações Unidas 19-70, em Bauru. As equipes estarão concentradas já na sexta-feira, mas a competição será aberta ao público a partir das 15h do sábado (13/09). A premiação acontecerá no mesmo local no início da tarde de domingo.
A competição é realizada por iniciativa do IEEE Latin American ( Institute of Electrical and Eletronical Engineers) e teve sua primeira versão realizada no final do ano passado no Chile. Na ocasião, estudantes de uma universidade local levaram os prêmios.
:: FÁBIO SPINOLA 9:52 AM [+] ::
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ESTAMOS JÁ COM 800 VISITAS HEHEHEHEHHEHE LOGO LOGO FAÇO UM CHURRASCO QUANDO CHEGAR A MARCA DOS 1000 !!!!!!
HIAIHAIHAIHAIHAIHAHIHIA
:: FÁBIO SPINOLA 9:48 AM [+] ::
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ILUSÃO DE ÓTICA
olhem como a figura abaixo se mexe.. legalzinho né
der.... incrivel como aparece só besteira quando nao se tem nada pra postar....
:: FÁBIO SPINOLA 9:45 AM [+] ::
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:: Quinta-feira, Setembro 11, 2003 ::
RPG
Pra vc que gosta de rpg e afins.... abaixo estão alguns link ... de entrevistas ou reportagens interessantes....
Clique Aqui - Entrevista com Marcelo Del Debbio, autor do RPG Trevas.
Clique Aqui - Saiba tudo ou pelo menos um pouco mais sobre Dragon Lance
Clique Aqui - Entrevista e matéria com Steve Jackson - criador de GURPS
Clique Aqui - AL-QADIM: a arábia e as Mil e uma Noites
se eu fosse vc que conhece ou tb que não conhece RPG leria essas reportagens... ; )
:: FÁBIO SPINOLA 11:30 AM [+] ::
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:: Quarta-feira, Setembro 10, 2003 ::
novas imagens do Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei ------ clique aqui e veja.
:: FÁBIO SPINOLA 11:24 AM [+] ::
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OS MAIORES GUITARRISTAS DA HISTÓRIA
Na semana passada, a conceituada revista Rolling Stone lançou mais uma de suas famosas listas, desta vez dedicada aos que tocam aquele que é o instrumento mais ligado ao rock and roll e seus gêneros derivados: a guitarra.
A revista elegeu os "100 melhores guitarristas" de todos os tempos e a relação criou uma bela discussão aqui na cozinha, principalmente porque a publicação não divulgou quais os critérios empregados.
Depois de muitas conjecturas, concluímos que a eleição baseou-se, principalmente, na popularidade do instrumentista e/ou de sua banda. Isso explicaria o fato de Kurt Cobain (Nirvana, na 12ª posição), Johnny Ramone (Ramones, 16ª) e Jack White (White Stripes, 17ª) ocuparem posições superiores às de guitarristas de peso como Ritchie Blackmore (ex-Deep Purple, atual Blackmore¿s Night, 55ª) Eddie Van Halen (Van Halen, 70ª) e Tony Iommi (Black Sabbath, 86ª). Também explicaria, em parte, a ausência de guitarristas consagrados, como Steve Vai, Joe Satriani e John Petrucci (Dream Theater), dentre outros.
Abaixo, estão listados os 25 melhores colocados:
01 Jimi Hendrix
02 Duane Allman (The Allman Brothers Band)
03 B.B. King
04 Eric Clapton
05 Robert Johnson
06 Chuck Berry
07 Stevie Ray Vaughan
08 Ry Cooder
09 Jimmy Page (Led Zeppelin)
10 Keith Richards (The Rolling Stones)
11 Kirk Hammett (Metallica)
12 Kurt Cobain (Nirvana)
13 Jerry Garcia (Grateful Dead)
14 Jeff Beck
15 Carlos Santana
16 Johnny Ramone (Ramones)
17 Jack White (White Stripes)
18 John Frusciante (Red Hot Chili Peppers)
19 Richard Thompson
20 James Burton
21 George Harrison
22 Mike Bloomfield
23 Warren Haynes
24 The Edge (U2)
25 Freddy King
:: FÁBIO SPINOLA 11:20 AM [+] ::
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:: Terça-feira, Setembro 09, 2003 ::
povão logo logo eu volto a atualizar o blog diariamente... não to tendo tempo por causa do trampo aqui.... intão esperem muitas novidades.... valeu
:: FÁBIO SPINOLA 7:13 AM [+] ::
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CASEMOD
Esse é o meu micro reformado... essa reforma no gabinete é mais conhecida como casemod
essa é a parte de dentro... ta meio bagunçado ainda , mais ta bão...
legal né... o que vcs acharam????
ps.: cobro baratinho pra fazer igual.... ;)
:: FÁBIO SPINOLA 7:12 AM [+] ::
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:: Terça-feira, Setembro 02, 2003 ::
Cavaleiros do Zodíaco
Estreiou nesse 1º de setembro o anime Cavaleiros do Zodíaco, que foi febre no Brasil na década de 90.
Foi esse desenho que abriu as portas para outras animações como Dragon Ball e outros.
O desenho foi novamento todo dublado tomando como base a versão japonesa e nao como antes a versão em espanhol..... as vozes continuam 90% as mesmas, e a trilha sonora agora é a original... contando com a participaçao de Edu Falachi o Vocalista do Angra... isso é muito comum no japão onde os ídolos das músicas gravam as conções e aberturas dos desenhos.
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:: Segunda-feira, Setembro 01, 2003 ::
o link do meu outro blog está ali do lado esquerdo
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criei um outro blog para narrar as aventuras de nossos personagens de RPG
o endereço é http://www.dndbirigui.blogger.com.br/index.html
entrem lá
mas ainda está em fase de testes e de mudança de template....
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